Dica de leitura: “A difícil tarefa de contratar a pessoa certa”

A DIFICIL TAREFA DE CONTRATAR A PESSOA CERTA - CAPA.inddMesmo em um período em que as taxas de desemprego estão perigosamente altas, as empresas argumentam que não conseguem encontrar os funcionários de que precisam. Apontando para um déficit de competências, empregadores alegam que os candidatos simplesmente não têm as qualificações necessárias e as instituições de ensino não preparam com eficácia estudantes para o mercado de trabalho.

Neste livro, Peter Cappelli, professor de Administração da Wharton School e diretor do Wharton’s Center for Human Resources, desmitifica esses argumentos e expõe as verdadeiras razões pelas quais pessoas capazes não conseguem ser contratadas.

O autor recorre aos dados das carreiras, histórias de ambos os lados da dicotomia empregador/empregado e entrevistas com profissionais de recursos humanos, ele explora as forças paradoxais que atuam sobre o mercado de trabalho e oferece soluções para superar o que já se tornou um grande impasse entre empregados e empregadores.

Trata-se de uma leitura que modifica não apenas o modo de pensar sobre contratação de pessoas, mas também aponta as soluções para acelerar novamente o motor do mercado de trabalho.

Título:  A difícil tarefa de contratar a pessoa certa
Autor: Peter Capelli
Editora: Editora Elsevier
Páginas: 152

Empreender, mesmo que sozinho, pode ser uma boa saída

empreendedora

Aconselho cada empreendedora a ler a matéria abaixo publicada no site Empreendedor. Na reportagem, Eduardo Ferraz, consultor em gestão de pessoas, mostra que empreender, mesmo que sozinho, é uma boa saída. No entanto, alerta para não se precipitar, fazer as coisas no improviso. Veja o que o profissional fala e reflita sobre o assunto. Boa leitura!

“Diante da crise, trabalhar por conta própria tem sido a saída para muitas pessoas que estão perdendo o emprego. Conforme a Pnad, realizada pelo IBGE, no final do primeiro trimestre de 2015 o Brasil tinha 21,7 milhões de trabalhadores autônomos. Um aumento de 4% em relação ao mesmo período de 2014. Segundo a Serasa Experian, mais de 800 mil empresas foram abertas no País entre janeiro e maio deste ano, especialmente no setor de serviços.

O consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, destaca os primeiros passos para quem pretende empreender. “A primeira providência é não se precipitar. Não faça as coisas na intuição ou no improviso e não comece uma empresa do zero, sem dispor de nada. Se tiver um emprego, não peça demissão. Primeiro, junte o capital, estude e conheça mais sobre empreendedorismo para evitar erros comuns, como misturar as economias da empresa com as contas pessoais”.

É preciso fazer um planejamento detalhado para compensar a falta de experiência no ramo em que vai atuar. “Além disso, antes de pensar em abrir qualquer negócio, é preciso contar com uma reserva financeira para suportar alguns meses com baixo faturamento”, completa.

Eduardo explica que os primeiros dois anos vão ser difíceis. “Nesse período o empresário não terá férias e cumprirá jornada de mais de 8 horas por dia. É preciso vocação, preparo emocional, jogo de cintura  e perseverança para alcançar sucesso no mundo dos negócios”.

Por fim, seis meses antes de montar um negócio, é preciso fazer o estudo de viabilidade. “Esse planejamento consiste em pesquisar sobre o empreendimento que quer abrir, ou seja, entender como as empresas do ramo funcionam, conhecer os riscos financeiros e os concorrentes, contabilizar os investimentos necessários e analisar a localização em que quer montar o estabelecimento.”

7 dicas para faturar alto no final de ano

Estamos a apenas dois meses para o final de 2015. E chegou o momento que todo empresário espera aumentar suas vendas. Apesar da crise no país, esse período nenhum empreendedor pode “ignorar”.

empreendedora fim de ano negócios

O site da Pequenas Empresas & Grandes Negócios fez uma interessante matéria sobre o tema e que quero compartilhar com vocês. Conversou com especialistas e apresentou 7 dicas para faturar alto no final do ano. Clique aqui e se inspire. Boa leitura!

8 passos para abrir o próprio negócio sem largar o emprego

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Você já pensou em abrir um negócio, mas não sabe como deixar o emprego atual. O site da Pequenas Empresas & Grandes Negócios fez uma interessante matéria com 8 passos para se tornar um empreendedor enquanto ainda não se desligou de sua atividade. Veja:

1. Pergunte-se se empreender é realmente o que você quer
Ao conciliar trabalho com o próprio negócio, você terá que priorizar as duas atividades, em detrimento da sua vida pessoal. Não adianta se comprometer a enfrentar esse desafio duplo se sua cabeça estiver em outro lugar.

Robinson recomenda que, para tomar uma decisão, você escreva todas as atividades e compromissos da sua agenda semanal em um papel. Feito isso, veja se há alguma atividade mais importante para você que o sonho de empreender. Se houver, talvez seja melhor continuar somente como empregado.

2. Domine os conhecimentos necessários
Quem administra uma empresa precisa ter conhecimento em várias áreas. Não é necessário ser um especialista nesses assuntos, mas é preciso ter noção suficiente para você mesmo não ser a razão do eventual fracasso do seu negócio.

Antes de abrir o próprio negócio, aprenda um pouco sobre administração e gestão de pessoas. Não é preciso fazer uma faculdade. Uma mescla de cursos de curta duração já pode ajudar bastante, de acordo com Robinson.

3. Valide suas ideias
A inspiração para a abertura de uma empresa normalmente vem de uma ideia. Muitos empreendedores acreditam ter projetos revolucionários nas mãos. Só que, muitas vezes, a ideia em questão é ruim. Antes de abrir uma empresa, valide seu negócio: converse com especialistas em empreendedorismo e com seu público-alvo e veja se as pessoas realmente comprariam o que você criou. Se sim, pode prosseguir. Do contrário, pense em outra coisa.

4. Tenha algum diferencial
Para superar a concorrência, você deve ter algum diferencial. Basicamente, você tem duas opções: vender mais barato ou ter um produto melhor. Ao oferecer o mesmo que outras companhias, é mais difícil atrair e fidelizar seus clientes, segundo Robinson.

5. “Terceirize” atividades
Você precisa de ajuda em sua empresa por duas razões: você não é um especialista e vai faltar tempo para dar conta de tudo. Por isso, tenha funcionários ou empresas que auxiliem na gestão da empresa. As áreas que serão “terceirizadas” devem ser escolhidas a partir do conhecimento do empreendedor e da quantidade de dinheiro em caixa.

6. Procure feedback
Você deve saber o que está indo bem e o que deve ser corrigido na sua empresa. E, para isso, tem que ouvir seu cliente. Deixe um telefone, um endereço de e-mail e as redes sociais à disposição deles. Robinson afirma que todos os contatos devem ser respondidos.

7. Divida as coisas
Robinson afirma que empreendedores que ainda têm um emprego não podem resolver assuntos do próprio negócio durante o expediente. Ao não se dedicar ao emprego e empreender no momento errado do dia, são maiores as chances de você ficar desempregado em um momento ruim.

8. Saia do trabalho no momento certo
Se você decidiu conciliar emprego e empreendedorismo, supõe-se que sua prioridade é ter o próprio negócio. Espera-se, então, que você peça demissão em um determinado ponto.

Robinson diz que a dedicação exclusiva ao próprio negócio deve acontecer em dois casos: quando o empreendedor tiver confiança suficiente que sua empresa vai dar certo ou quando os ganhos do negócio forem suficientes para ser a única fonte de renda.

A partir da saída do emprego, é a hora de crescer ainda mais. Com dedicação exclusiva, você terá tempo para aperfeiçoar processos e poderá gerenciar melhor sua equipe e torná-la mais produtiva, de acordo com o especialista.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Uma pós-venda perfeita resulta em uma nova venda

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Para muitos vendedores, o processo de venda se encerra no momento em que o cliente efetua a compra. Entretanto, os vendedores eficientes já começam a partir daí uma nova fase do processo, a pós-venda. É o que diz o especialista em vendas e consultor credenciado do Sebrae no Rio Grande do Norte, Jean Oliveira.

Apesar da qualidade do atendimento ser um aspecto que colabora para realização da venda, Jean Oliveira lembra que essa qualidade deve ser a regra e não exceção. Para o especialista, fatores em conjunto como a definição do público-alvo, localização, comunicação, técnicas de venda e excelente atendimento são os aspectos que trazem resultados eficientes ao processo de venda.

“Um excelente atendimento é diferencial competitivo onde deveria ser obrigação. Não é somente o atendimento que define a venda, alguém pode lhe atender bem, mas se o produto não for o que lhe interessa você provavelmente não irá comprar”, avalia.

Para o especialista, agir como se processo fosse encerrado no momento em que o cliente efetua a compra é um erro. Já que entre as novas etapas da venda estão o conhecimento, comunicação, confiança e continuidade. Esse último fator, diz respeito a qualidade do pós-venda que pode reverter em novas vendas. “Uma pós-venda bem feita é uma pré-venda”, frisa Jean.

Conhecimento que faz crescer

Um aspecto indispensável para manter a qualidade do atendimento, de acordo com o consultor, é o conhecimento do produto e do cliente. Além disso, a gestão de vendas precisa definir metas reais e cobrar do vendedor mostrando como se faz. “A informação é a moeda mais forte para os profissionais de venda e hoje ela é abundante e gratuita, existem muitas palestras, cursos, seminários e congressos à disposição, aproveite seu tempo na internet para estudar”, indica o especialista.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

7 práticas que “queimam o filme” da sua empresa nas redes sociais

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A presença de uma marca nas redes sociais nem sempre traz bons resultados para a empresa. Ao invés de se aproximar e estreitar a relação com o público-alvo, um trabalho mal feito é capaz de afastar possíveis clientes do seu negócio.

Segundo Lidiane Faria, coordenadora de mídias digitais da Faculdade Cásper Líbero, engana-se quem pensa que administrar perfis nas redes sociais é um trabalho que qualquer um pode fazer. “Em primeiro lugar, é importante que exista a reflexão dos gestores da empresa sobre a presença da marca nas redes sociais, porque exige muito trabalho. Empresas escorregam e cometem erros quando tentam prestar esse serviço por conta própria”, afirma.

Confira as práticas selecionadas pela especialista que podem fazer com que sua empresa perca clientes nas redes sociais:

1. Ser grosseiro com clientes ou em reclamações

Nos casos em que a audiência se manifesta negativamente, evite o bate-boca público. Peça um contato pessoal (seja por telefone ou e-mail) e trate em particular. Em último caso, quando há grande visibilidade, publique uma nota de esclarecimento – mas lembre-se, esta publicação também impactará pessoas que às vezes nem sabiam do caso.

2. Excluir comentários e fingir que nada está acontecendo

Um cliente insatisfeito é capaz de passar a noite em claro e mobilizar toda a família para bombardear perfis nas redes sociais com reclamações. “Não exclua comentários sem analisar corretamente a situação. Se você tem uma situação crítica, resolva rapidamente”, diz Lidiane.

Em todos os casos, é importante prestar atenção no que os clientes têm a dizer. “Leia com calma cada recado do seu público, receba como um presente e tente melhorar cada vez mais seu trabalho. Agradeça também os elogios, afinal, redes sociais são feitas de pessoas e ideias”, afirma.

3. Confundir as contas

Perfil pessoal é uma coisa, página profissional é outra. O posicionamento político, a religião ou o time do coração do dono da empresa não precisam ser publicados nos canais da empresa. Você pode ficar mal com os que não torcem para o mesmo time.

4. Publicar sem planejamento

Reserve algumas horas da semana para pensar em conteúdos, temas e formatos de materiais para redes. Prepare um guia de boas práticas sobre sua marca e inclua também o trabalho digital. “Ao delegar o trabalho de mídias sociais, seja para uma empresa ou para um funcionário, ele saberá claramente quais são as diretrizes da empresa e onde deseja”, diz.

5. Abusar de conteúdos que não tenham relação direta com seu negócio

Encher a página de gatinhos e frases engraçadas possivelmente resultará em muitos likes e compartilhamentos, mas não vai necessariamente ajudar a vender mais produtos. Entregue conteúdo de qualidade e soluções que façam a diferença no dia a dia dos seus clientes.

“Se você vende uma máquina industrial, por exemplo, uma dica é publicar um passo a passo sobre como aumentar a produtividade com alguns depoimentos de clientes satisfeitos”, diz.

6. Copiar conteúdos de outras empresas sem autorização

Plágio é crim e está previsto no Código Penal Brasileiro. A Constituição Federal também garante o direito à propriedade. Portanto, pense bem antes de usar uma imagem ou conteúdo que não são seus.

7. Ter uma postura contraditória

Tenha uma comunicação coerente e entenda que todos os seus passos serão vistos pelos clientes. “Não adianta ter uma loja com posts divertidos no Facebook e um atendimento péssimo pessoalmente. O fã que quiser conhecê-lo, pode não voltar nunca mais. E o pior: falará mal, registrando sua reclamação nas redes”, diz.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

5 formas de fugir do dinheiro emprestado ao abrir um negócio

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Quando o negócio precisa de dinheiro, ir ao banco e pegar um empréstimo costuma ser a primeira alternativa dos empreendedores, Diante das altas taxas de juros desses financiamentos, procurar alternativas se torna um movimento necessário para quem quer abrir ou manter um empreendimento de forma mais sustentável.

Isso é especialmente importante durante uma época de contenção, em que as instituições financeiras pensam duas vezes antes de conceder um financiamento. “Se antes um projeto meia-boca passava, agora ele precisa ser bom para ser aprovado. A régua subiu”, afirma Gustavo Marques, gerente de acesso aos mercados e serviços financeiros do Sebrae de São Paulo.

Por isso, lembre-se: qualquer investimento no seu negócio pede um certo nível de maturidade empresarial. “A maior dificuldade é o empreendedor saber dizer em que área irá aplicar esse dinheiro. Essa falta de preparo dificulta a concessão de crédito”, alerta o consultor. “É preciso dar segurança na hora de negociar com um investidor. Para isso, procure ter três elementos: boa gestão, governança estruturada e demonstração financeira já auditada”, completa Rafael Mingone, sócio-diretor da consultoria em governança TMG Estratégia.

Para Mingone, mesmo se o empreendedor preferir continuar com os empréstimos bancários, essa apresentação o ajudará a negociar taxas de juros reduzidas. Uma opção também dentro dos bancos é procurar linhas de crédito voltadas para as PMEs, recomenda Marques.

Mas como escolher entre tantos tipos de investimento disponíveis, dos bancos aos acionistas? Primeiro, olhe para o estágio em que seu empreendimento se encontra. “No início, quando o risco é o maior possível, quem empresta são os amigos e a família. À medida que a empresa vai se consolidando, começam a surgir opções”, explica Bento Costa, docente do Ibmec do Distrito Federal.

O professor ressalta também que é necessário estar regularizado para ter acesso aos financiamentos, especialmente os de órgãos públicos. Viver na informalidade e perder essas oportunidades é um erro que pode acabar com as contas do seu negócio. Veja, a seguir, como funcionam cinco alternativas de investimentos para empreendedores:

1. Investimento-anjo

Os investidores-anjo, geralmente, procuram as startups que ainda estão em estágio inicial. Eles, como pessoa física, investem seu próprio capital no empreendimento. Porém, o diferencial desse aporte é a contribuição intelectual do investidor.

“Não é só uma questão de investimento financeiro, e sim de haver um processo de colaboração junto ao negócio. O investidor empresta toda sua experiência, e aumenta a possibilidade de a empresa se desenvolver”, explica Camila Farani, do Mulheres Investidoras Anjo (MIA).
Esse parceiro empresarial pode tanto chegar imediatamente com uma participação acionária na empresa quanto negociar com o empreendedor uma entrada futura no negócio, por meio de uma dívida conversível.

2. Crowdfunding

Por meio do crowdfunding, um negócio pode criar uma página na internet apresentando a empresa e atrair doadores. Em troca, o negócio pode oferecer condições especiais e brindes aos contribuintes, por exemplo. Para Greg Kelly, sócio-fundador da plataforma de equity crowdfunding  EqSeed, esse tipo de investimento é voltado para empresas em estágio mais inicial, que estão procurando testar seu produto ou conseguir uma divulgação maior do projeto.

3. Equity crowdfunding

Quando sua empresa já tem um mínimo produto viável (o chamado MVP), está inserida no mercado e busca crescimento, uma opção para captar investimentos é o equity crowdfunding. A forma de campanha é parecida com a de um crowdfunding usual, mas os investidores recebem mais do que brindes: uma participação societária correspondente ao valor investido. “Em um banco, o empreendedor pega um empréstimo e paga juros todo mês. No equity, não há juros e todo o valor é reinvestido no crescimento da empresa”, afirma Kelly, que também é diretor da Associação Brasileira de Equity Crowdfunding.

No momento, explica, as plataformas que trabalham com esse tipo de investimento estão aproveitando uma exceção da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que permite ofertas para sociedades limitadas e com faturamento até 3,6 milhões de reais no ano. “Na EqSeed, temos que pedir a autorização da CVM antes de publicar qualquer oferta. O órgão irá publicar até o fim do ano uma consulta sobre o assunto e a regulamentação específica sairá no ano que vem”, explica.

4. Venture Capital e Private Equity

Quando a empresa já saiu do plano das ideias e está operando, é possível receber aportes de fundos de investimento. Nessas organizações, empresários investem em uma gestora de capitais, que irá aportar em diversos negócios (como a sua empresa).
Esse é um tipo de investidor mais passivo do que o anjo, afirma Camila. Ele é mais preocupado com o retorno financeiro e costuma estar mais distanciado da operação do que um anjo, já que as operações estão na mão da gestora de capitais. Ao mesmo tempo, o valor do investimento é bem maior.

Os dois principais tipos de fundos de investimento são o Venture Capital e o Private Equity. Bento Costa, docente no Ibmec, afirma que não há diferença jurídica entre eles. Mas o Venture Capital procura empresas em estágio mais inicial e, portanto, com maior risco e retorno. À medida que a avaliação da empresa é mais positiva e o risco é reduzido, os fundos de Private Equity passam a ter interesse. Mingone ressalta também que a governança corporativa dessas empresas vai ficando mais profunda na transição entre o investimento de um Venture Capital para o de um Private Equity.

5. Mercado de ações

Abrir uma oferta inicial pública de ações (IPO) não é apenas para grandes empresas. “Há na Bolsa níveis que incorporam as pequenas e médias empresas. Isso depende do tamanho do seu faturamento”, explica Mingone. O consultor cita a Bovespa Mais, segmento da BM&FBovespa voltado para PMEs que querem entrar gradualmente no mercado de ações.

Porém, momentos de recessão e incerteza não costumam ser boas épocas para abrir capital, afirma Costa. Isso porque a série de notícias ruins para o mercado pode fazer com que o valor da sua ação seja afetado. “Há várias empresas que estão esperando esse momento passar para abrir seu capital”, diz o docente.

Fonte: Exame

6 ferramentas para dar um gás nas vendas e fechar o ano no azul

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O site da Pequenas Empresas & Grandes Negócios fez uma interessante matéria no início de outubro. Era sobre ferramentas que podem te ajudar nessa reta final de ano. O portal selecionou seis, que vão abastecer sua equipe e dar aquele gás que a empresa precisa ainda em 2015. Todas essas informações foram extraídas do site da Endeavor Brasil. Leia e reflita.

1) Planejamento para uma Campanha de Marketing Direto ao Ponto
Da conquista à fidelização, aprenda como criar uma estratégia consistente em cada etapa do seu planejamento de Marketing.

2) Captação de Grandes Clientes para melhorar suas apostas
A negociação com um cliente de grande porte é capaz de mudar os resultados do ano. Aprenda, com essa ferramenta, a prospectar grandes contas para o seu negócio.

3) Matriz BCG para quem quer diferenciar vacas leiteiras de abacaxis
De todas as suas linhas de produtos, o que pode ser dispensado e em que você precisa dobrar a aposta? Se você não tem clara essa diferenciação, a Matriz BCG é para você.

4) Job to Be Done para quem entrega soluções
Não basta vender por vender, tem que entender que problema seu serviço resolve para o consumidor. Ter essa resposta é fundamental para uma estratégia de vendas mais focada.

5) O Preço Ideal para quem faz vendas de valor
Você bem sabe que o preço de um produto não é igual ao seu valor. Por isso, descubra como calcular o valor intangível de diferenciação do seu produto, a partir da percepção do seu consumidor.

6) Projeção de Vendas para quem já pensa no ano que vem
Você já pensou como serão as vendas em 2016? Use essa planilha no seu Planejamento Estratégico, para criar uma projeção otimista, sem tirar os pés do chão.

Dica de leitura: “Pense Grande”

pense grande livroO que Amyr Klink, Zilda Arns e Albert Einstein têm em comum? Segundo o consultor Alex de Brito Bonifácio, eles fazem parte de um grupo seleto de 5% da população que não mede esforços para ir atrás de grandes realizações e sabe aproveitar o máximo do seu potencial.

O autor procura desafiar os seus leitores a pensarem sempre além das suas possibilidades em um livro de leitura leve e interessante, apesar de apresentar algumas abordagens um tanto “holísticas” para alguns e navegar por mares já desbravados por outros autores de renome.

A grande vantagem de Bonifácio é apresentar inúmeras histórias reais de pessoas com as quais boa parte dos brasileiros se identifica, como a do piloto Ayrton Senna, o que pode servir de estímulo aos leitores iniciantes.

Livro: Pense Grande

Autor: Alex Bonifácio

Editora: Belas Letras

Páginas: 224