3 lições de um palhaço para o seu negócio

negóciosRecentemente, o site Pequenas Empresas & Grandes Negócios fez uma brilhante matéria. Mostra como um palhaço pode ser inspiração para o seu negócio. Isso mesmo. Tem como base o trabalho desenvolvido por Wellington Nogueira, que fundou a ONG Doutores da Alegria e que há 25 anos tem a função de levar crianças alegria às crianças hospitalizadas. Veja as lições da ONG que você pode usar em sua empresa.

1. Meça resultados

“A gente leva a sério essa bobagem toda.” A Doutores da Alegria faz brincadeiras, mas mede minuciosamente o impacto das suas intervenções nas crianças, nos pais e nos profissionais de saúde. A organização já fez mais de 1 milhão de visitas.

Um dos aspectos estudados, por exemplo, é a mudança na percepção do médico ou enfermeiro em relação à criança internada. O conhecimento gerado com a pesquisa possibilita melhorar o trabalho dos palhaços, que passam por treinamento de um ano de duração na ONG.

2. Crie uma rede com seus possíveis competidores

Nogueira pensou em transformar a Doutores da Alegria em franquia, mas acabou desistindo. “Eu não tinha maturidade para isso na época”, diz. Acabou fazendo o que ele chama de “desfranquia”. Conforme a ONG crescia, segundo Nogueira, apareciam grupos que imitavam as atividades e o logotipo dos palhaços. E a Doutores da Alegria não tinha controle sobre os imitadores.

“Era mais fácil criticá-los do que ir falar com eles. Mas eu fui conhecer os grupos. E tentei ajudá-los a melhorar”, afirma. Assim, criou os palhaços em rede – são hoje 1.087 programas semelhantes em todo o país, que recebem auxílio da Doutores da Alegria para melhorar seus processos.

3. Celebre as conquistas

Nogueira conta a história de um menino que nunca havia saído da UTI. Os equipamentos de que ele precisava para viver o impediam de deixar aquele ambiente. A duas palhaças da Doutores da Alegria, ele contou um sonho: ver a Lua. Elas investigaram como poderiam remover o jovem do quarto por duas horas e organizaram um luau no pátio do hospital.

Naquela noite, o menino pode ver o que era uma fogueira, acompanhar o trajeto de um avião e, por fim, ver a lua cheia. Conquistas como essas precisam ser festejadas. “A doença está lá, é aparente. Mas onde está aquilo que é bom? É preciso se conectar com essa potência.”

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