2

O Brasil nos dias de hoje é uma completa decepção, não bastava a corrupção,os rombos absurdos que fizeram nos cofres públicos, uma das maiores inflações já vivenciada, ocasionando uma crise financeira onde nos levou para uma crise política. Quando pensávamos que o Pais não podia piorar nos deparamos com o Caso de Gustavo Correia cunhado da Ana Hickamann.

Como todas vocês já sabem no dia 21 de maio de 2016 a apresentadora Ana Hickamann sofreu um atentado em um hotel em Belo Horizonte,onde acredito eu que heroicamente seu cunhado na tentativa de proteger a cunhada e sua esposa que já tinha sido baleada, avançou no fã que estava armado e ali começou uma briga corporal, onde Gustavo (cunhado de Ana Hickmann) conseguiu desarmar o atirador e o matou.

Em qualquer lugar no mundo isto se caracterizaria como legitima defesa, mas no Brasil não! O ministério publico se posiciona de forma contraria, ao invés que considerar Gustavo Correia como vitima que reagiu para se proteger, ele se tornou réu e poderá responder por homicídio doloso ou seja quando há intenção de matar.

Eu me pergunto que país é este que protege bandidos e maníacos e puni trabalhadores,não entendo o porque o direitos humanos é somente para bandidos, e as pessoas honestas são deixadas totalmente ao descaso. Será que o ministério publico quer que sejamos totalmente indefesos onde podem e nos roubar,tirar nossa dignidade, que nos matem sem ao menos termos direito de nos defender?

Porque é isto que estou entendendo do no caso de Gustavo, onde o mesmo foi denunciado está correndo o risco de ser condenado, por lutar pela própria vida. Não entendo o por que a vida do bandido tem mais valor do que a dele que estava trabalhando? Não que eu esteja diminuindo o valor da vida do fã, mas cada um colhe somente o que planta e infelizmente ele resolveu plantar algo ruim que voltou contra ele mesmo.

Definitivamente não acho justo o cunhado de Ana hickmann ter que responder por homicídio doloso, pois o mesmo somente estava tentando se defender e defender sua família de uma pessoa que estava totalmente fora de si.

O Brasil está virando um país de impunidades e de injustiças onde o bandido é protegido e os cidadãos de bens não tem nem o direito de se defender e nem são defendidos porque nossa segurança publica é uma vergonha.

Abraços.

Eliane Nóbrega

Parabéns Luiza Brunet JAMAIS NOS CALAREMOS!

luiza Brunet

Recentemente saiu na mídia o caso da Luiza Brunet que era casada á 5 anos  com o empresário  Lírio Parisotto,onde a mesma sofreu agressões  de seu  companheiro.

Este caso trouxe a tona o que muitas mulheres já passaram ou passam em seus relacionamentos,  mas infelizmente ainda nos dias atuais muitas delas se calam, cada uma com seu motivo particular,  se calam por medo ou por vergonha, talvez porque sua autoestima está reduzida a nada e elas se deixam levar por pensamentos autodestrutivos.E assim acabam aceitando agressões em cima de agressões, sofrendo caladas.

Eu tenho o seguinte pensamento e acredito plenamente que Deus nós fez com tanto carinho, nos ama de tal maneira ele nos vê e trata como princesas, e por isto não podemos aceitar um tratamento menor do que este, entendo que é muito difícil falar, denunciar mas não podemos nós calar.

Não podemos aceitar nenhum tipo de agressão, nem física e nem psicológica, temos que nos enxergar como Deus nos enxerga, como algo precioso e valoroso, não podemos deixar que ninguém tire isto de nós, mesmo que este “alguém” seja bem próximo e que um dia amamos muito.

Certa vez ouvi algo que me fez refletir muito, falava sobre o amor próprio, o palestrante  usou um dos 10 mandamentos que Deus nós deixou  que diz;

“Amai o próximo como á ti mesmo”

Ele nós fez refletir que para eu amar o próximo tenho que primeiro me amar porque depois que eu saber o que é me amar conseguirei amar alguém, porque terá que ser como a mim mesma.

Eu entendo que um casamento é a união de 2 pessoas completamente diferentes em que ambas estarão se esforçando para fazer o seu parceiro feliz, até que as diferenças não sejam mais levadas em consideração porque  os 2 acabam se fundindo e se tornando 1 só, sendo uma parceria ideal.

Mas hoje o conceito do casamento mudou muito, vejo que muita gente quando casa se sente dono do outro,como se aquela pessoa fosse sua propriedade exclusiva, um objeto de seu uso.E ai que está o grande problema, porque um não se esforça para fazer o outro feliz ,mas busca e exige do seu “parceiro” a sua própria felicidade e é aqui que o fracasso do relacionamento acontece e ocasionam estes tipos de agressões.

Agora analise como está sendo o seu relacionamento, você é amada e respeitada como Deus te ama e te respeita? Ou seu relacionamento está sendo   abusivo, desrespeitoso e agressivo?

Se você analisar e ver que sua situação está sendo a segunda opção acima é hora de despertar fazer valer o seu valor, faça como a Luiza Brunet a qual eu parabenizo DENUNCIE sem medo, sem vergonha, coloque você um ponto final nesta história de terror, vire a pagina e comece uma nova história onde abaixo de Deus você seja pessoa mais importante.

 

Abraços.

Eliane Nóbrega.

Quer ganhar dinheiro extra com os Jogos Olímpicos? Veja 9 ideias

Olimpíadas-Rio-2016

Estamos a quase 100 dias do início dos Jogos Olímpicos ( e um pouco mais para os Jogos Paralímpicos). Em momentos de crise e de desemprego, um evento deste nível pode gerar renda extra para qualquer profissional.

Recentemente, li uma excelente matéria sobre potenciais oportunidades do mercado, afinal de contas o Brasil receberá, a partir do dia 5 de agosto (data da cerimônia de abertura), milhares de atletas de mais de 200 países. Além disso, são esperados mais de um milhão de turistas.

E não é apenas no Rio. São Paulo, Salvador, Brasília, Belo Horizonte serão sedes das partidas de futebol masculino e feminino. Ou seja, a expectativa de geração de negócios é bem atrativa. Clique aqui. Veja quais ideias foram apresentadas pelo HuffPost Brasil  e apresentadas em reportagem do site da Exame.

Pode ser a sua chance! Inspire-se, e boa sorte!

 

Saiba como o marketing pode impulsionar o seu negócio

marketing

Você conhece o seu público-alvo? Sabe onde ele está, o que quer e o quanto está disposto a pagar por um serviço ou produto?  As respostas a essas perguntas devem guiar os passos de qualquer empreendedor que esteja disposto a desenvolver uma eficiente gestão de marketing. Transformar as necessidades dos clientes em desejos, de maneira mais eficaz que a concorrência, e, ainda, render lucro, é resultado direto desse planejamento. E, para desenvolvê-lo, é necessário discutir, implantar e acompanhar estratégias adequadas ao negócio.

De acordo com a analisa da Unidade de Atendimento do Sebrae Minas, Luciana Lessa, a construção da imagem de uma empresa passa por diferentes aspectos, que incluem excelência no atendimento, organização, layout adequado e serviços e/ou produtos de qualidade. A esse mix de particularidades damos o nome de P’s do marketing. São eles: Preço, Praça (ou localização), Produto, Pessoas (concorrentes, clientes e fornecedores) e Promoção. A boa reputação e a divulgação da imagem da empresa dependem da coerência entre os P’s. Por isso, eles devem ser trabalhados simultaneamente, já que nada vale ter preço baixo e qualidade de primeira, se a sua localização não atende o público-alvo.

Não existe melhor maneira de impulsionar um negócio que não seja fazendo-se notar pelo cliente e reafirmando a ele que a sua qualidade é melhor que a do concorrente. O marketing direciona o desenvolvimento do empreendedor no mercado, possibilitando aumento de vendas, captação de clientes, desenvolvimento estratégico de comunicação, entre outros posicionamentos favoráveis. Assim como a gestão administrativa, a gestão do marketing deve ser praticada regularmente e atualizada sempre, pois auxilia o empreendedor a se adaptar às constantes mudanças de cenário, identificar tendências e, com isso, criar vantagens competitivas.

As etapas do plano de marketing

Comece pelo planejamento: ele é a definição do negócio. Somente após realizar uma análise de ambiente, na qual todas as informações a respeito da empresa são revisadas, incluindo público-alvo, posicionamento de mercado, objetivos e metas, é que as estratégias devem ser postas em prática.

Na segunda etapa, de implementação, executam-se as ações de marketing, que devem assegurar a realização dos objetivos e das metas. O plano de ação é desenvolvido com a especificação das atividades a serem desempenhadas, com o seu período de execução, com a forma de como serão feitas, além das indicações de quem as fará e qual será o custo total.

Durante todo o processo, é preciso monitorar a abordagem. Pergunte ao cliente como foi que ele chegou até você, qual foi a fonte de informação sobre a promoção e qual a imagem ele tem do seu serviço. Por fim, avalie. Verifique se as ações executadas estavam de acordo com o que foi planejado e se os resultados foram satisfatórios. Somente assim, é possível definir a melhor linha de divulgação para uma de gestão marketing eficiente.

Três passos para o sucesso:

O plano de marketing é composto por três etapas que, se bem aplicadas, possibilitam a tomada de decisões seguras.

1. Planejamento
Onde sua empresa está e onde ela quer chegar? Analise o seu mercado de atuação, defina o seu público-alvo, as suas metas e trace as ações para o alcance dos objetivos.

2. Plano de ação
O que? Quando? Quem? Quanto? Identifique as atividades, determine o prazo para serem executadas, atribua responsabilidade de execução e o custo estimado, uma vez que a verba de marketing varia de acordo com a realidade de cada negócio.

3. Avaliação e controle
A avaliação e o controle permitem reduzir a diferença entre o desempenho esperado e o desempenho real, garantindo a eficácia do marketing. Por isso, devem ser realizados antes, durante e após a implementação do plano.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

4 passos para você ser um líder respeitado na sua empresa

empreendeddora

Boas práticas de empreendedores para se tornar um líder respeitado na equipe
Escrito por Mariana Foresti, especialista em empreendedorismo

Certa vez, em uma conversa com um grupo de empreendedores, um dos maiores líderes empresariais do Brasil comentou com convicção: “Formar gente boa é o melhor negócio.” Uma frase simples, e que só reforça algo que vemos acontecer na prática: as pessoas são as grandes responsáveis pelo sucesso das organizações. Elas movem o negócio e botam para fazer no dia a dia. Afinal, uma estratégia sem execução não vale de nada.

Cuidar do desenvolvimento das pessoas, assim como ter a capacidade de compartilhar uma visão de longo prazo e de inspirá-las a trabalhar todos os dias na construção de um sonho em comum são papéis que um líder precisa desenvolver, principalmente quando está à frente de um negócio em crescimento. E todo empreendedor que lidera um negócio que cresce passa por algumas transições importantes de papéis dentro da empresa.

No livro Grow to Greatness, de Edward D. Hess, algumas dessas fases são abordadas. No início, o empreendedor faz de tudo, desde a venda, a entrega do produto, até o pós-venda e as tarefas administrativas. Quando a demanda aumenta, ele começa a contratar e delegar, assumindo o papel de gestor. Em determinado estágio, ele precisa contratar gerentes, tornando-se líder de outros líderes. Quando a empresa atinge mais de 100 funcionários é preciso construir um time de alta gestão e o empreendedor passa a ser um mentor, construindo uma relação muito forte com as pessoas chave para garantir a permeação da cultura e entrega de resultados.

Trabalhando diretamente com empreendedores de alto crescimento, que passam de equipes relativamente pequenas, com cerca de 10 funcionários, para mais de 200 em cerca de 5 anos, vemos o empreendedor passar por todas esses estágios, em uma velocidade alta. E uma das maiores dificuldades é justamente desenvolver a capacidade de formar pessoas, gerenciar times, liderar e comunicar a visão para que todos estejam caminhando para o mesmo objetivo. Sabendo do tamanho do desafio, vou compartilhar abaixo algumas boas práticas de habilidades e atitudes que mais ajudaram os líderes que acompanhamos ao longo da nossa trajetória.

1. Compartilhar valores e uma visão com significado

O líder deve ser referência de aderência aos valores da empresa e é muito importante que suas atitudes no dia a dia reflitam as crenças da organização, pois as pessoas irão se espelhar no seu exemplo.

Fabio Barbosa comentou certa vez em uma palestra que “significado é a nova moeda”. Atualmente as pessoas buscam significado naquilo que fazem, trabalham em organizações que possuem objetivos com os quais se identificam. E o líder é responsável por transmitir uma visão que as pessoas possam seguir e se engajar.

Jeff Bezos, fundador da Amazon, é um grande exemplo de visionário que consegue transmitir a grandiosidade de seu sonho. Extremamente focado no cliente e sempre de olho no futuro, desde o início queria não apenas catalogar livros, mas construir a maior loja online do planeta.

2. Criar rituais de comunicação com a equipe

Um canal aberto de comunicação com a equipe é fundamental. Na medida em que a empresa cresce e já não é mais possível almoçar com toda a equipe, é necessário criar rituais que garantam o fluxo das informações e a interação do líder com a equipe.

Vitor Torres, CEO da Contabilizei, startup que oferece serviços de contabilidade online, sempre valorizou a cultura da empresa. Para garantir que as pessoas vivam o “jeito de ser” da Contabilizei, ele entrevista todos os candidatos a novas vagas, faz pessoalmente uma reunião de uma hora de “on boarding” com cada novo colaborador e reúne todo o time uma vez por mês para falar sobre a evolução do negócio, reforçar a missão e contar o que vem pela frente.

3. Ouvir e servir as pessoas

Em uma mentoria para empreendedores, Brian Requarth, CEO do Viva Real, portal imobiliário que conecta milhares de compradores a imobiliárias, corretores e incorporadoras, falou sobre a importância de saber ouvir e servir as pessoas. A cada duas semanas, qualquer um da equipe pode mandar perguntas a ele, e Brian reúne o time todo (já são mais de 400 funcionários) para uma sessão de respostas. Requarth também é muito aberto a ouvir críticas e trouxe para sua rotina o hábito de perguntar constantemente “como posso ajudar?”.

Atitudes como essas ajudam a quebrar as barreiras entre o líder e a equipe, que começa a enxergá-lo como uma pessoa mais acessível e empática para expor os problemas e buscar uma solução em conjunto.

4. Saber delegar

“Trabalhar sozinho não traz muitas recompensas. Os empreendedores devem reconhecer rapidamente as áreas em que se destacam e aprender a delegar a bons gerentes tarefas relacionadas a áreas que não dominam.” Essas são palavras de Richard Branson, criador da Virgin, que acredita que confiar nas pessoas é essencial para que elas deem conta da responsabilidade e se sintam valorizadas.

Lembrando que delegar é diferente de “delargar”. Pessoas com menos experiência precisam de acompanhamento no início. Quanto maior a frequência do feedback, mais rápido a equipe se desenvolve. O líder deve permear a cultura do feedback em toda a organização.

Para desenvolver essas habilidades, é importante tentar exercitá-las diariamente. Mas fique tranquilo, ninguém se torna um grande líder de um dia para o outro, é preciso experiência, dedicação, além de abertura para ouvir as sugestões da equipe. Uma dica é encontrar um mentor padrinho, um líder mais experiente que você admire, para ter conversas de tempos em tempos e compartilhar com ele os desafios. Nada melhor do que aprender com quem já superou obstáculos parecidos.

O desafio é grande, empreendedor, mas pode acreditar: tem muita gente e recurso disponível para quem tem um sonho grande, otimismo e resiliência para botar pra fazer.

Mariana Foresti é coordenadora de apoio a empreendedores da Endeavor.

Acesse a matéria completa em: Exame

7 dicas para se tornar um empreendedor de sucesso

persistenciaAssim como eu, há muitas histórias de pessoas que não tiveram sucesso em seu primeiro negócio. E é exatamente assim que chegamos lá: persistindo!

Encontrei essas 7 dicas simples do executivo Wilson Giustino – presidente do CEBRAC, o Centro Brasileiro de Cursos, que empreendeu em meio à crise.

1. Descubra se você realmente deseja ser seu próprio patrão
Para investir em seu próprio negócio é preciso, além de iniciativa, muita perseverança e não temer correr riscos. “Nem todos estão dispostos a se entregar integralmente a um projeto profissional e ser empresário exige essa postura, é quase um sacerdócio, principalmente quando se está iniciando. Sempre digo que também é possível canalizar estas habilidades para o mundo corporativo e galgar boas posições sem se tornar o próprio patrão”, aconselha. “Devido à crise, muitos estão encontrando no empreendedorismo uma opção do emprego. Este movimento pode ser bastante frustrante para aqueles que não são empreendedores de verdade”, complementa Giustino.

2. Opte por um setor que esteja alinhado aos seus valores e gosto pessoal
Aqueles que montam uma empresa seguindo uma moda ou porque acreditam que é um segmento que apresenta retorno financeiro certo e rápido estão fadados ao fracasso. “Eu, por exemplo, escolhi a educação, pois amo o setor e acredito que a minha atividade pode transformar o mundo. Com uma educação de alto nível é possível modificar o destino de uma pessoa, é isto é realmente mágico”, explica.

3. Estude
Antes de se estabelecer, estude o segmento, os concorrentes, avalie criteriosamente pontos comerciais e mapeie possíveis clientes. E se for optar por uma franquia, entenda a missão, valores e filosofia da marca, converse com franqueados e consumidores, a fim de checar a satisfação dos mesmos com a rede, e, sobretudo, observe detalhadamente os investimentos, taxas e tempo de retorno.

4. Você não consegue nada sozinho
Segundo o executivo, 90% do seu sucesso é proveniente da escolha de uma equipe engajada e de uma rede de contatos realmente abrangente e eficaz.

5. Paciência
Nem sempre o retorno financeiro é rápido. Portanto, antes de abrir a sua empresa, planeje-se. “Ter uma reserva financeira é essencial, afinal o empresário precisa sobreviver até que o novo projeto realmente engate”, alerta.

6. Aposte em um diferencial
Para se tornar um player ou uma referência inspiradora, crie um diferencial e aposte nele. “O preço baixo pode conquistar um cliente, porém só a qualidade o encanta e o fideliza”, ressalta o executivo.

7. Não desista
O empresário, principalmente no Brasil, para o executivo, não desistir nas primeiras dificuldades ou pequenos fracassos. “Além dos percalços inerentes à atividade, a legislação e a carga tributária do País não são nada fáceis”, finaliza Giustino.

Leia a matéria completa: No Varejo

 

Como melhorar a produtividade da empresa em 7 passos

produtividadeUma empresa é formada por pessoas, processos, hábitos… Quanto mais produtivos forem as pessoas e os processos, mais tempo você terá. E mais dinheiro também.

Melhore a produtividade da sua equipe, dos processos da sua PME e veja quanto tempo e dinheiro você irá ganhar com novos hábitos.

Confira as dicas valiosas abaixo:

1. Falhas, onde estão?

Descubra as falhas que estão atrapalhando a produtividade da sua empresa. Avalie os processos das áreas, verifique onde o dinheiro está sendo gasto. Com essas informações em mãos, você pode automatizar processos e cortar gastos supérfluos.

2. Planejar, planejar, planejar

Um bom planejamento faz toda a diferença para os processos da sua empresa. Se não há planejamento, então faça um o mais rápido possível. Um negócio de sucesso só tende a dar certo se houver planejamento. E o mesmo deve ser sempre revisto para adaptar à novas situações e captação de recursos.

3. Crie estratégias

Esteja preparado para todo o tipo de situação. Crises, corte de gastos e outras situações requerem estratégias para viver os altos e baixos que podem acontecer em qualquer momento. Assim como o planejamento, as estratégias também precisam ser revistas regularmente.

Uma das ações mais estratégicas para aumentar a produtividade é apostar em tecnologia que diminua tempo do seu operacional e permita que seus colaboradores foquem no negócio. Sistemas com pacotes de produtividade ou de relacionamento com o cliente, podem ajudar.

4. Motive a sua equipe

Crie um ambiente de trabalho harmonioso e confortável na sua empresa através de organização, higiene, móveis de escritório que ofereçam conforto (exemplo: uma boa cadeira), manutenção dos equipamentos e ofereça um plus se o espaço permitir: um espaço de descontração com TV, game, revistas, livros, sofá… o que fizer parte do seu universo. Sua equipe ficará mais motivada e isso impactará diretamente no rendimento dos colaboradores.

5. Invista em formação

Capacite sua equipe e os atualize sempre que necessário. Isso resultará em um trabalho bem-feito e com mínima chance de erros.

6. Comunicação é tudo

Já ouviu falar que quem não se comunica, se estrumbica? Pois é, imagine uma empresa onde informações necessárias para desenvolver um projeto ficam retidas apenas em uma área da organização. Quanto tempo e dinheiro será gasto pela falta de informação? Comunicação é fundamental.

7. Reuniões com moderação

Reuniões podem ser improdutivas: o assunto que deveria ser tratado é esquecido, assuntos menos importantes tomam todo o tempo e a reunião que deveria ser de 30 minutos, vai para 1 hora (se tiver sorte!).
Para reuniões mais produtivas:

  • Diminua a frequência de reuniões;
  • Faça reuniões curtas e objetivas;
  • Se você ficar encarregado de liderar a reunião, leve uma pauta com os assuntos que precisam ser tratados;
  • Sempre que o foco da reunião for desviado, guie a equipe para os assuntos da pauta.

 

*Publicado originalmente no  PensandoGrandeblog

O que é uma startup?

inovacao-startupsAfinal, o que é uma startup?
Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups

São Paulo – Tudo começou durante a época que chamamos de bolha da Internet, entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só na bolha ponto-com o termo “startup” começou a ser usado por aqui. Significava um grupo de pessoas trabalhando com uma ideia diferente que, aparentemente, poderia fazer dinheiro. Além disso, “startup” sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.

O que os investidores chamam de startup?

Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Apesar de curta, essa definição envolve vários conceitos:

– Um cenário de incerteza significa que não há como afirmar se aquela ideia e projeto de empresa irão realmente dar certo – ou ao menos se provarem sustentáveis.

– O modelo de negócios é como a startup gera valor – ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca – e esse modelo também é usado pelo Buscapé.com. Um outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: você paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador – e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

– Ser repetível significa ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente. Isso pode ser feito tanto ao vender a mesma unidade do produto várias vezes, ou tendo-os sempre disponíveis independente da demanda. Uma analogia simples para isso seria o modelo de venda de filmes: não é possível vender a mesmo unidade de DVD várias vezes, pois é preciso fabricar um diferente a cada cópia vendida. Por outro lado, é possível ser repetível com o modelo pay-per-view – o mesmo filme é distribuído a qualquer um que queira pagar por ele sem que isso impacte na disponibilidade do produto ou no aumento significativo do custo por cópia vendida.

– Ser escalável é a chave de uma startup: significa crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios. Crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza.
Os passos seguintes

É justamente por esse ambiente de incerteza (até que o modelo seja encontrado) que tanto se fala em investimento para startups – sem capital de risco, é muito difícil persistir na busca pelo modelo de negócios enquanto não existe receita. Após a comprovação de que ele existe e a receita começar a crescer, provavelmente será necessária uma nova leva de investimento para essa startup se tornar uma empresa sustentável. Quando se torna escalável, a startup deixa de existir e dá lugar a uma empresa altamente lucrativa. Caso contrário, ela precisa se reinventar – ou enfrenta a ameaça de morrer prematuramente.

Startups são somente empresas de internet? Não necessariamente. Elas só são mais frequentes na Internet porque é bem mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou biotecnologia, por exemplo, e a web torna a expansão do negócio bem mais fácil, rápida e barata – além da venda ser repetível. Mesmo assim, um grupo de pesquisadores com uma patente inovadora pode também ser uma startup – desde que ela comprove um negócio repetível e escalável.

 

Fonte: Exame